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Sondagem Covid-19

Nesta edição, contamos com você para construção das tendências setoriais apuradas pela segunda Sondagem ADVB COVID-19. Participe!

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Perfil da amostra

A amostra da primeira sondagem semanal ADVB COVID-19, realizada de 23 a 25 de março de 2020, é formada por profissionais que atuam em empresas dos setores Secundário (7,25%) e Terciário da economia (87,68%), com a predominância do segmento de Serviços (80,43%).

Curioso notar que, a ausência dos respondentes do setor Primário da amostra corresponde à reduzida veiculação de notícias sobre a pauta de reivindicações apresentadas por entidade do agronegócio ao poder público às vésperas da coleta dos dados.

A maioria absoluta (83,34%) dos entrevistados trabalha em empresas que possuem quadro de pessoal composto por até 100 colaboradores, com predominância (63,05%) daquelas com até 25 postos de trabalho.

Home Office 

A minoria (7,58%) informa que não adotou o regime de home office. Um contingente menor (5,30%) já trabalhava com home office. A maioria (87,13%) passou a adotar o regime, sendo que parte (26,52%) de maneira parcial ou total (60,61%).

Adoção do regime home office foi recente para quase a totalidade das empresas (94,23%), não superior a 15 dias, contados da data da coleta dos dados. Cabe ainda destacar que, para maioria (54,81%) das empresas o regime de home office foi adotado apenas cinco dias antes da coleta.

O prazo estimado para a retomada do regime de trabalho anteriormente adotado concentra-se no período que varia entre 15 (34,62%) e 30 dias (38,46%).

No quadro a seguir fica evidenciada que o regime home office foi adotado para a totalidade dos colaboradores (72,12%), apenas para funcionários com mais de 60 anos de idade (3,85%) ou de maneira parcial, com plantão setorial (21,15%).

A minoria das empresas (34,62%) utiliza sistema próprio para fazer a gestão de home office. O suporte oferecido ao pessoal colocado para trabalhar em casa inclui laptop (69,23%); celular (57,69%); micro (16,35%); impressora (8,65%); telefone (5,77%), tablete (2,88%), entre outros.

O deslocamento de funcionários até as respectivas empresas é suportado por veículos próprios (50,44%); sistema público de transporte (23,89%); Taxi ou Uber (20,35%) e fretamento de van ou ônibus (5,31%).

Gestão dos negócios

Paralisar a força de vendas é opção minoritária (23,01%). A maioria adota como ferramentas de vendas o WhatsApp (70,80%); E-mail Marketing (51,33%); Skype (33,63%); Instagram (31,86%); Facebook (30,97%); Televendas (30,97), entre outras. Confira no quadro abaixo.

As opiniões divergem em relação às entidades patronais que reivindicam obter autorização do governo para suspender o contrato de trabalho de funcionários por 90 dias, sem pagamento de salários, mediante a liberação do FGTS aos funcionários ou solução similar.

A maioria concorda ou discorda parcialmente (51,78%), enquanto os que declaram concordar plenamente (28,57) ou discordar totalmente (19,64%) representam a minoria (48,21%).

Enquanto a minoria dos entrevistados ainda não soube estimar se terá perda de faturamento em relação à previsão anual (11,11%), estimou manter (3,33%) e até aumentar (1,11%), para a esmagadora maioria (84,44%) projeta perder. O quadro abaixo revela que as perdas estimadas acima dos 10%, até 30% predominam (23,33%), seguidas das perdas acima dos 70% (21,11%).

Em comparação com uma semana normal, as vendas deixaram de ser realizadas (30,00%) ou reduziram acima de 50% (42,22%) para a maioria das empresas. Quem ainda registou vendas (5,56%) obteve aumento de 20% no volume.

O impacto da pandemia do Covid-19 sobre as campanhas de marketing nas empresas resultou em adiamento (35,56%); refomulação (25,56%) ou cancelamento (17,78%) da maioria delas. As campanhas refeitas (25,56%) não serão lançadas nos próximos dias. Nenhuma campanha havia sido lançada também nos dias anteriores à sondagem.

O cancelamento de reuniões corporativas na empresa, mesmo limitadas à participação de até 10 pessoas, predominou na gestão dos negócios das empresas com os fornecedores (86,36%) e clientes (77,53%). A maioria das empresas também cancelou as reuniões internas (74,44%).

Foram total (82,22%) ou parcialmente (17,78%) canceladas as reuniões externas. A maioria das empresas também cancelou os eventos internos acima de onze pessoas (81,11%). Apenas uma minoria os manteve (3,33%) ou adiou (15,56%) a realização dos eventos internos. Em relação à realizaçao dos eventos externos,os cacelamentos diminuem (75,56%) e aumetam adiamentos (23,33%). Quase nenhuma das empresas (1,11%) manteve seus eventos externos.

Os cancelamentos de viagens corporativas nacionais (83,33%) e internacionais (91,11%) foram percentualmente ainda maiores que os cancelamentos dos eventos internos e externos. Quem optou adiar viagens nacionais (15,56%) e internacionais (8,89%) foi a minoria das empresas.

Sobre a ADVB – Em 2020, a ADVB® completará 64 anos e é uma referência para a gestão empresarial no país, ao oferecer opções ricas e diversas para o relacionamento e aperfeiçoamento profissional de quem atua nas áreas de vendas e marketing e na direção das empresas. Cursos, palestras, fóruns, debates e eventos de premiação reúnem personalidades públicas e do mundo corporativo, propiciando ferramentas que auxiliam no desenvolvimento de estratégias de gestão das organizações.

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Podcast Lideranças Empresariais em Ação · Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil – São Paulo (ADVB/SP)
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